Concurso ANTT poderá ser realizado em 2015

Há algum tempo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) havia feito uma solicitação ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) para realizar um novo concurso público. Devido ao prazo de trâmites processuais, a ANTT estava aguardando o andamento do pedido desde o dia 10 de junho de 2014. A boa notícia é de que no dia 4 de fevereiro deste ano de 2015, o pedido teve um progresso, onde foi encaminhado para o Departamento de Modelos Organizacionais e Força de Trabalho nos Setores de Infraestrutura e de Articulação Governamental (Desig/Segep).

A previsão é de que sejam disponibilizadas 670 oportunidades destinadas às seguintes funções: 41 vagas para Analista Administrativo, 303 oportunidades para Especialista em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres, 45 vagas para Técnico Administrativo e 281 oportunidades para Técnico em Regulação de Serviços de Transportes Terrestres.

Para se inscrever e concorrer a uma das vagas nos cargos Técnico em Regulação e Técnico Administrativo o requisito era de que o candidato tivesse nível médio de escolaridade. Para ter direito a concorrer às profissões de Especialista em Regulação e Analista, o requisito era ter nível superior de escolaridade.

Os rendimentos mensais oferecidos no momento são no valor de R$ 5.418,25 na área de Técnico Administrativo, R$ 10.543,90 na função de Analista, R$ 5.674,25 na profissão de Técnico em Regulação e R$ 11.403,90 na área de Especialista. Além do salário os funcionários também recebem o benefício no valor de R$ 373 referente ao vale-alimentação.

Nos concursos anteriores, os candidatos foram selecionados através de testes objetivos, redação e uma avaliação discursiva. No processo seletivo que sucedeu no ano de 2008, foram oferecidas oportunidades nas diversas regiões do país, como Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Amazonas, Piauí, Alagoas, Paraná, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Espírito Santo, Sergipe, Amapá, dentre outras localidades. 

Por Felipe Couto de Oliveira