Concurso PM-MG 2015 – Curso de Formação de Oficiais

PM-MG oferece 120 vagas para o Curso de Formação de Oficiais. Inscrições devem ser realizadas entre os dias 3 de agosto e 2 de setembro.

Você é bacharel em Direito? A Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PM-MG) publicou um edital visando ao preenchimento de 120 vagas, para quem tem a formação em Direito. O curso de formação tem a duração de dois anos e será ministrado pela Escola de Formação de Oficiais (EFO) que faz parte da Academia da Polícia Militar.

A distribuição das vagas será dividida em 108 para os homens e o restante para as mulheres. Além da formação em Direito, o participante também deve ter altura mínima de 1,60m e idade entre 18 e 29 anos.

Durante o curso de formação, os aprovados receberão a remuneração inicial correspondente a R$ 5.769,43, além de outras vantagens. Ficou interessado em participar da seleção? As inscrições começam no dia 3 de agosto e permanecem abertas somente até o dia 2 de setembro. O valor da taxa é de R$ 173,00.

Os candidatos serão avaliados por meio de provas objetivas e dissertativas, que estão previstas para a data provável de 4 de outubro. O processo também será composto por outras fases, tais como prova oral, avaliação de títulos, exame de saúde, teste de aptidão física, além de exame psicológico e toxicológico.

Para começar a planejar os seus estudos é só acessar o edital por meio do site www.policiamilitar.mg.gov.br. No momento da inscrição, o interessado poderá optar por realizar as provas nas seguintes cidades: Belo Horizonte, Juiz de Fora, Uberaba, Lavras, Divinópolis, Governador Valadares, Uberlândia, Patos de Minas, Montes Claros, Ipatinga, Barbacena, Curvelo, Teófilo Otoni, Unaí, Pouso Alegre e Poços de Caldas.

Como a prova é em outubro, os candidatos devem iniciar os estudos por meio de um cronograma. Divida as disciplinas no tempo disponível que você tem para estudar e priorize as que têm maior peso no edital. Estude com qualidade e foque fazendo revisões e exercícios para treinar o conteúdo e mantê-lo na memória. Bons estudos e sucesso na caminhada!

Por Babi

Concurso PM-MG 2015 está com as inscrições abertas

Certame oferece 1.410 vagas para o Curso de Formação de Soldados de 2016.

A Polícia Militar o Estado de Minas Gerais, através do seu Centro de Recrutamento e Seleção, publicou o edital de número 03/2015, edital este que está regulando o concurso público para a admissão ao Curso de Formação de Soldados (CFSd) para o ano de 2016.

A instituição está oferecendo o total de 1.410 vagas, sendo que 1.269 são para os candidatos do sexo masculino e as outras 141 são para candidatas do sexo feminino.

Podem prestar este concurso os jovens com idade compreendida entre 18 e 30 anos, sendo que estes candidatos devem ter nascido em datas compreendidas dentro do seguinte intervalo do dia 1º de março do ano de 1986 ao dia 1º de março de 1998.

O início do curso de formação está previsto para o dia 1º de março do ano de 2016, este curso será realizado na Escola de Formação de Soldados que fica, atualmente, na cidade de Belo Horizonte, o curso terá duração de 11 meses, com término previsto para o mês de fevereiro do ano de 2017. Convém ressaltar, que a realização deste concurso é para suprir a demanda de vagas somente da capital mineira, Belo Horizonte, e região metropolitana, ou seja, após formado estes militares não poderão servir nas cidades do interior do estado antes de pelo menos 5 anos.

O ingresso na instituição dar-se-á no cargo de Soldado de 2ª Classe, durante o período do curso, fazendo o militar jus à remuneração, abono fardamento, assistência médico-hospitalar e psicológica e odontológica.

Para fazer inscrição neste certame, os interessados devem fazê-la através do portal eletrônico www.pmmg.mg.gov.br/crs, até a data limite de 18 de junho de 2015, a taxa de inscrição cobrada será de R$ 122,95, valor este que somente será devolvido aos candidatos que fizerem a inscrição caso o certame seja cancelado ou suspenso.

Para obter todas as informações a respeito desse processo seletivo, os candidatos devem ler na íntegra o edital do certame, tendo em vista que se trata de um concurso na área militar e possui muitas peculiaridades.

Por Adriano Oliveira

TJ-GO determina convocação de aprovados em concurso da PM

Procuradoria Geral do Estado anunciou que irá recorrer a essa determinação do Tribunal de Justiça.

O Tribunal de Justiça de Goiás recusou a solicitação feita pelo governo estadual e decidiu que os candidatos que foram selecionados na modalidade de cadastro reserva no processo seletivo da Polícia Militar que ocorreu no ano e 2012, devem ser aceitos nos respectivos cargos que estão em falta no órgão. No entanto, a Procuradoria Geral do Estado anunciou que irá recorrer a essa determinação do Tribunal de Justiça.

Essa decisão foi tomada de modo unânime através dos votos dos magistrados do Tribunal. Por conta do Governo ter declarado no recurso que não havia dinheiro suficiente para empossar os concursados, o desembargador Gerson Santana Cintra decidiu que o Governo deve convocar os selecionados na modalidade de cadastro reserva para satisfazer o dinheiro que foi investido no Simve.

Essa determinação feita pela 3ª Câmara Cível, para que sejam convocados os candidatos selecionados no exame seletivo de 2012, foi estabelecida depois que Supremo Tribunal Federal (STF) avaliou que é inconstitucional fazer contratações de profissionais em regime temporário para atuarem na Polícia Militar.

No ano de 2012, o Governo de Goiás realizou contratações de um número superior a 1,3 mil profissionais para trabalharem no Simve, em uma modalidade que foi estabelecida no quadro de servidores da PM.

Os cargos foram preenchidos por reservistas do Exército, os quais tinham direito a portarem armas para exercerem as atividades da polícia. Os reservistas foram submetidos e um treinamento teórico e prático que durou três meses. A remuneração oferecida na época, consistia em um valor inferior aos rendimentos dos profissionais da PM, nomeados através de concurso público.

No mês de janeiro de 2014, a juíza Suelenita Soares Correia decidiu que os reservistas estavam impedidos de continuar exercendo as atividades da Polícia Militar. E que, para repor o quadro de funcionários da PM, deveria ser convocado os candidatos aprovados no concurso da época. O descumprimento dessa determinação estabelecia uma multa de R$ 20 mil por dia. 

Porém, no mês de fevereiro do mesmo ano, o desembargador Ney Teles de Paula, anulou essa determinação por julgar inconstitucional e permitiu que os reservistas continuassem atuando na Polícia Militar.

Por Felipe Couto de Oliveira